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terça-feira, 8 de junho de 2010

Achados & Perdidos: Sangaletti

Marcelo Antônio Sangaletti nasceu em Dois Córregos(SP), no dia 1º de junho de 1971, mas mudou-se cedo com a família para São Carlos(SP). Começou no futebol como volante, no XV de Jaú. Com o bom futebol que demonstrou, foi aos 24 anos para o Guarani. Após duas temporadas em Campinas, transferiu-se para o Corinthians, onde foi campeão paulista de 1997. Sangaletti tornou-se zagueiro, e antes de vir para o Internacional, ganhou ainda cinco títulos pernambucanos, atuando pelo Sport(1998, 1999 e 2000) e pelo Náutico(2001 e 2002). Chegou à Porto Alegre no início de 2003, e participou das conquistas dos estaduais de 2003, 2004 e 2005. Porém, durante a temporada, Sangaletti optou por encerrar relativamente cedo sua carreira como jogador, aos 34 anos, devido à uma luxação no braço que inviabilizou seu aproveitamento durante vários jogos do Inter pelo Campeonato Brasileiro.

Sangaletti seguiu no meio futebolístico, onde trabalhou durante o ano de 2008 como superintendente de futebol do Náutico. Mas após um desentendimento com o então treinador Roberto Fernandes, o ex-zagueiro deixou o clube. No segundo semestre de 2009, após a saída do treinador, retornou ao clube pernambucano, para ocupar a mesma função que desempenhava.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Achados & Perdidos: Sílvio



Sílvio Renato Nunes nasceu em Joinville, no dia 1º de setembro de 1965. Sílvio iniciou a carreira no Joinville Esporte Clube, em 1985. Atuou ainda pelo Santo André e pelo União São João, antes de vir para o Grêmio em 1995. No tricolor gaúcho ficou até o fim do ano 2000.



A carreira do goleiro ficou marcada por uma partida com a camisa gremista, na primeira partida da semifinal da Copa do Brasil de 1997. Danrlei, o goleiro titular, tinha sido expulso nas quartas-de-final, contra o Vitória. Murilo, o reserva imediato, começou jogando a semifinal contra o Corinthians, e Sílvio ganhou uma vaga no banco de reservas. Durante a partida, Murilo evita um drible de Tulio com a mão, fora da área, e é expulso pelo árbitro Márcio Rezende de Freitas. Então, Sílvio foi acionado pelo treinador Evaristo de Macedo. Esta partida ainda lhe reservara mais emoções. No final da segunda etapa, o juiz marca um pênalti duvidoso de Roger em cima do lateral Rodrigo. Marcelinho Carioca, que já havia feito um gol de falta, executou a cobrança, rasteira, e Sílvio acompanhou de perto a bola que passou por ele, mas não pela trave direita. Sílvio, o herói momentâneo, acabou esta partida com um dedo da mão quebrado. O Grêmio venceu por 2 a 1 e encaminhou a classificação que viria na outra semana, em Porto Alegre.



Após encerrar a carreira, Sílvio trabalhou no Joinville Esporte Clube como preparador de goleiros e treinador das categorias de base. Hoje, é treinador da Sociedade Desportiva Camboriuense.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Achados & Perdidos: Ânderson Lima



Ânderson Lima Veiga, ou somente Ânderson Lima, nasceu em São Paulo no dia 18 de março de 1973. Iniciou no futebol em 1984 atuando nas categorias de base do Juventus, da Mooca. Após breve passagem pelo Guarani, o jogador foi contratado pelo Santos, ajudando a equipe a ganhar o Torneio Rio-São Paulo em 1997 e a Copa Conmebol em 1998. Em 1999, foi emprestado ao São Paulo e só não ficou no Morumbi porque o Santos pediu alto por sua liberação. Porém, em 2000, o Grêmio apostou em seu futebol e não se arrependeu.



Ânderson Lima foi um dos destaques e líder do time gaúcho, ajudando a equipe a conquistar a Copa do Brasil e o Gauchão de 2001. Em 2004, no São Caetano com o técnico Muricy Ramalho, conquistou o Campeonato Paulista. Foi jogar no Japão, pelo Albirex Niigata, e retornou novamente ao São Caetano antes de atuar pelo Coritiba e conquistar o Brasileiro da série B em 2007. Ânderson Lima ainda jogou por Ituano, Bragantino e foi vice-campeão catarinense no ano de 2009 pela Chapecoense.



Aos 36 anos, o atleta deixou os campos enquanto atuava pelo Oeste, para iniciar uma nova etapa profissional, como técnico de futebol. Já participou no Rio de Janeiro do Curso de Técnicas Específicas de Futebol realizado pela Associação Brasileira de Técnicos de Futebol (ABTF), com palestras, entre outros, de Carlos Alberto Parreira e José Luis Runco. Hoje, é assistente-técnico do treinador Jorginho, da Portuguesa.


terça-feira, 18 de maio de 2010

Achados & perdidos: Zinho


Talvez alguém que dedicou a vida inteira ao futebol até se aposentar se torne um médico, um engenheiro ou vendedor de churros ou até mesmo comentarista esportivo. Talvez alguns cogitassem que Crizam Cézar de Oliveira Filho deveria ser diarista, por conta de seu desagradável apelido de enceradeira, mas não. Crizam levou adiante seu outro apelido: Zinho. Chamado assim, o jogador se sagrou um multicampeão. Revelado pelo Flamengo com 18 anos em 1986, o jogador nascido em Nova Iguaçu, antes mesmo de completar 19 anos já conquistava seu 1º título, a Taça Rio, que foi convertida no campeonato Carioca daquele ano, jogando ao lado de ninguém menos que Arthur Antunes Coimbra. Ele mesmo: Zico. Em mais três anos jogando pelo rubro-negro, conquistou mais dois Campeonatos Cariocas (1991 e 2004, esse último em sua segunda passagem pelo clube), uma Copa do Brasil(1990) e dois Brasileirões em 1987 3 1992.


Jogando no palmeiras, Zinho quase completou sua estante. Só lhe faltou um Mundial Interclubes. No Parque Antártica também deu inúmeras voltas olímpicas. Conquistou um Campeonato Paulista em 1993 e a Taça Rio-São Paulo e seu terceiro Brasileirão. O ano de 1994 ainda lhe reservaria a maior consagração para um jogador de futebol. Zinho conquistou a Copa do Mundo com a Seleção Brasileira, o tetra. No Verdão ainda conquistou seu quarto Brasileirão(1994), sua segunda Copa do Brasil(1998), e ainda uma Copa Mercosul (1998)e uma Libertadores da América em 1999.


Em 2001- já no Grêmio- mostrou que assim como o tricolor gaúcho, também adora Copa do Brasil, era a terceira na carreira dele, a quarta na história do Grêmio.


Se ele adorava Copa do Brasil, no Cruzeiro mostrou que era loucamente, apaixonado por campeonato Brasileiro. Em 2003 conquistava seu quinto título nacional, quando igualou a marca de seu ex-companheiro de Flamengo, Andrade (que em 2009 conquistou seu sexto título, desta vez como treinado do rubro-negro carioca).


Quando parecia que não tinha mais onde colocar faixas de campeão em seu corpo, e dando mostras que estava entrando no declínio de sua carreira e apelidado de enceradeira, Zinho mostrou que ainda tinha uma parte de seu corpo que faltava uma faixa. Voltou para casa. Não era a aposentadoria. Pelo menos não ainda. Foi encerrar a carreira no Nova Iguaçu(já que não conseguiu encerrar a carreira no flamengo, como pretendia em 2004; quando brigou com o técnico Cuca e foi mandado embora). Queria se despedir das chuteiras em cima de um palanque. Jogou a segunda divisão carioca e foi campeão pelo time da cidade natal. Só não parou por ali pois recebeu uma proposta do Miami. Foi para os Esteites e não teve tanta sorte. Ou não teve onde colocar mais faixas. Encerrou a carreira de jogador de futebol por lá na terra do Tio Sam. Por lá mesmo, no final de 2006, aceitou o convite para ser o técnico do Miami.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Achados & Perdidos: Goycochea


Sergio Javier Goycochea nasceu na cidade de Lima, na Argentina, em 17 de outubro de 1963. Começou a carreira futebolística no River Plate(ARG), onde atuou de 1983 a 1988. Lá, em 1985, conquistou o campeonato argentino, ganhando no ano seguinte a Copa Libertadores e o Mundial Interclubes. Até chegar ao Internacional de Porto Alegre, em 1995, Goycochea perambulou por Millionários(COL), Racing(ARG), Brest(FRA), Cerro Porteño(PAR), Olímpia(PAR) e Mandiyú(Costa Rica). Nesse tempo disputou as Copas da Itália, em 1990, e dos Estados Unidos, em 1994. Jogou em Porto Alegre do início de 1995 até a metade de 1996. Apesar de não ter ganho um título de grande expressão defendendo o Inter, Goycochea é lembrado por bons momentos com a camisa colorada. Jogou ainda pelo Velez Sarsfield(ARG), onde conquistou o Torneio Clausura de 1996, e abandonou a carreira em 1998 defendendo as cores do Newell's Old Boys(ARG).


Hoje, Goycochea atua como jornalista esportivo na Argentina. Participava do antigo programa de entrevistas de Diego Maradona.

Achados e perdidos: Marcelo Labarthe


Marcelo Martini Labarthe nasceu em Porto Alegre(RS) no dia 12 de agosto de 1984. Começou sua carreira profissional no Internacional, em 2004. No início de 2005, foi para o Sporting de Lisboa como parte do pagamento pelo passe de Tinga. Como não agradou muito na capital portuguesa, acabou emprestado ao Beira-Mar e depois ao Vitória de Setúbal. Até que em agosto de 2007, o Grêmio o contratou por empréstimo junto ao Sporting. Jogou no tricolor até o final da temporada, sendo aproveitado em algumas partidas como titular da equipe. Voltando à Portugal, apenas treinou durante o ano de 2008, aguardando propostas de outros clubes.


No início de 2009, o volante teve seus direitos federativos comprados pelo Ventforet Kofu(JAP). Em setembro do mesmo ano, foi contratado por empréstimo pelo Uberlândia(MG), onde permanece. Disputou a Taça Minas Gerais e o Campeonato Mineiro de 2010.

Achados e perdidos: Paulo Nunes


Arilson de Paula Nunes, o famoso Paulo Nunes, nasceu em 30/10/1971 em Pontalina(GO). Foi revelado nas categorias de base do Flamengo, onde jogou de 1990 a 1994. Em 1995 transferiu-se para o Grêmio, onde ao lado de Jardel fez uma das melhores duplas de ataque do tricolor gaúcho. Atuou ainda por Benfica(POR), Palmeiras, Corinthians, Gama, Al Nassr(Arábia Saudita) e Mogi Mirim, clube pelo qual encerrou a carreira em 2003.

Hoje, Paulo Nunes mora em Goiânia, onde tem uma fazenda, um restaurante e alguns negócios imobiliários. Tem três filhos, dos quais um joga no juvenil do Flamengo e outro participa de uma oficina de atores da Rede Globo. O ex-atacante também participa de partidas de Showbol, onde atua pelo Grêmio.